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sábado, 14 de março de 2015

Não guarde rancor

Dizem que guardar rancor provoca câncer e infarto. Se partimos da ideia de que nossas células são vivas, e que tudo que é vivo depende de um estado emocional para estar bem ou mal, podemos concluir que quando guardamos rancor, prejudicamos nosso organismo, pois nos colocamos num estado de negatividade, prejudicial para nossa saúde. Pensar gasta energia, e todos nós sabemos disso. Ficar remoendo um problema cansa mais do que um dia inteiro de trabalho físico. Quem não tem domínio sobre seus pensamentos torna-se escravo da mente e acaba gastando a energia que poderia ser convertida em atitudes concretas, além de alimentar ainda mais os conflitos. Pensamentos positivos e elevados podem recarregar as energias, enquanto o pessimismo consome energia e atrai mais negatividade para nossas vidas.
Para além da ciência, ouvi Pe. Fábio de Melo cantar que ouviu sua mãe dizer “que o ódio que se guarda vai matando só quem sente”. E, se sua mãe falou, com certeza é verdade! Viver de bem consigo mesmo, sem ódio, sem rancor, sem mágoas de ninguém, ser feliz - o mais importante. A doença passa longe de pessoas felizes.
Não guarde rancor! Não vale a pena. Se não causa infarto, mata de outra doença, causa outras mazelas, peso no coração, mal-estar. Não misture as coisas: mantenha seu senso crítico, sua capacidade de questionar; lute contra todo mal, ou não faça nada disso. Mas faça tudo sem ódio no coração, com leveza. Aproveite o tempo da Páscoa para perdoar. Melhor ouvir Che Guevara: Hay que endurecerse pero sin perder la ternura jamás!
É isso!   

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