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quarta-feira, 15 de junho de 2016

Edição 186 – Maio 2016
Poucas e Boas
'Decência e honestidade'
"Por um Brasil onde meu pai e meu avô diziam que decência e honestidade não era possibilidade, era obrigação. Por um Brasil onde os brasileiros tenham decência e honestidade. Por Minas, pelo Brasil, para os jovens que estão lá fora nas ruas, verás que um filho teu não foge à luta.”
Deputado Federal Caio Nárcio (que recebeu 1628 votos em Brumadinho, apoiado pelo ex-prefeito Nenem da ASA), no dia da votação do Golpe de Estado contra Dilma Rousseff (PT), 17 de abril. Depois de votar, levantou a bandeira do Brasil, beijou-a e disse "sim" ao Golpe. O “meu pai” a que ele se refere é Nárcio Rodrigues, cinco vezes deputado federal, presidente do PSDB de Minas de 2004 a 2007 e de 2009 a 2011, mais votado em Brumadinho em 2006, e ex-secretário de Estado de Anastasia, o relator do Golpe no Senado. Nárcio foi preso no dia 30 de maio, acusado de participar de um esquema que roubou 14 milhões de reais de dinheiro público, dos brumadinenses que votaram nele e dos demais mineiros. Nárcio teria recebido R$ 1 milhão e meio em propina

Votos minguando, fogo contra Dilma’
"O impeachment perdeu força no Senado a olhos vistos e a resposta foi imediata: fogo contra Dilma.  Como a acusação baseada em pedaladas fiscais e decretos orçamentários sem autorização legislativa foi questionada mundo afora e vem abalando a disposição de voto de senadores decepcionados com os rumos do governo Temer, a  nova ofensiva trata de vincular  Dilma à Operação Lava Jato"
Jornalista política Tereza Cruvinel, colunista do 247, no texto “Votos minguando, fogo contra Dilma”, em 4/6/16

Corrida entre impeachment e delação da Odebrecht
"Há dois movimentos caminhando juntos neste momento, em velocidades diferentes: a delação dos dirigentes da Odebrecht e o esforço do bloco de Temer para acelerar o ato final do impeachment da presidente Dilma, de modo que ele ocorra antes das revelações da empreiteira. Se elas tiverem a força e o alcance esperados, revelando todos os participantes do esquema “ilegal e ilegítimo de financiamento do sistema partidário-eleitoral do país”, como anunciou a própria empresa em março, as condições para a condenação de Dilma podem ser definitivamente comprometidas. Elas já se deterioraram muito por conta das bizarrices do próprio governo interino, ameaçando a consecução dos 54 votos necessários"

Da mesma Tereza Cruvinel, colunista do 247, no texto “Corrida entre impeachment e delação da Odebrecht”, em 3/6/16

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