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quarta-feira, 13 de julho de 2016

Edição 187 – Junho 2016 Poucas e boas

Poucas e boas

Aqueles que sabidamente enriquecem quando assumem um cargo público devem ser vistos pela população com desconfiança e não com admiração puramente material.
Beatriz Vignolo, advogada, dissidente da REDE Sustentabilidade  

'Decência e honestidade'
"Por um Brasil onde meu pai e meu avô diziam que decência e honestidade não era possibilidade, era obrigação. Por um Brasil onde os brasileiros tenham decência e honestidade. Por Minas, pelo Brasil, para os jovens que estão lá fora nas ruas, verás que um filho teu não foge à luta.”
Deputado Federal Caio Nárcio (que recebeu 1628 votos em Brumadinho, apoiado pelo ex-prefeito Nenem da ASA), no dia da votação do Golpe de Estado contra Dilma Rousseff (PT), 17 de abril. Depois de votar, levantou a bandeira do Brasil, beijou-a e disse "sim" ao Golpe. O “meu pai” a que ele se refere é Nárcio Rodrigues, cinco vezes deputado federal, presidente do PSDB de Minas de 2004 a 2007 e de 2009 a 2011, mais votado em Brumadinho em 2006, e ex-secretário de Estado de Anastasia, o relator do Golpe no Senado. Nárcio foi preso no dia 30 de maio, acusado de participar de um esquema que roubou 14 milhões de reais de dinheiro público, dos brumadinenses que votaram nele e dos demais mineiros. Nárcio teria recebido R$ 1 milhão e meio em propina. Continua preso por outros envolvimentos em corrupção.

"Desconfio que a Criança Esperança é um coroa safado com muita esperança!"
Luci Firmino.

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