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domingo, 7 de maio de 2017

Edição 196 – Março 2017
Reforma da Previdência
Luta também em Brumadinho

Brumadinho é, historicamente, uma cidade que não se mobiliza nas grandes lutas nacionais e nas locais. Os trabalhadores do Estado de MG já chegaram a fazer greves de mais de mês enquanto os professores daqui trabalhavam normalmente, como se nada estivesse acontecendo. No entanto, isso vem mudando gradativamente. Já no ano de 2016, estudantes patrocinaram bate-papo, aulão e até passeata contra a PEC 241/55.
Neste ano, quem está dando show são os trabalhadores e alunos do Grêmio da Escola Estadual Paulina Aluotto Ferreira. Esses trabalhadores, agindo como deve ser na democracia, respeitaram a decisão da Assembleia Estadual da Educação e aderiram à greve. Mas não ficaram só nisso.
Muitos professores, tendo à frente a direção do Sind-UTE (Lilian Paraguai, Mario Celeste, Zelinha, Sandra Cristina, Eudes e outros) ainda tentaram mobilizar outros trabalhadores que, mesmo sendo professores, ainda não perceberam a gravidade do momento. Mesmo sendo destratados numa ou noutra escola mesmo sendo tratados como inimigos por colegas, se mantiveram firmes.  

Debate com deputada

No dia 17 de fevereiro, o SindUTE promoveu um debate com a deputada estadual Marília Campos (PT). Marília estava acompanhada pelo economista José Prata Araújo, colaborador do mandato que fez a palestra sobre a Reforma da Previdência.

Participação nos atos em BH

Diversos professores estiveram presentes nas manifestações em BH, sempre acompanhados de estudantes da Paulina que fazem parte do Grêmio Estudantil.

Reunião com pais, roda de conversa e coleta de assinaturas

Preocupados em esclarecer aos pais os motivos da greve e sobre a Reforma, Sindicato, professores e grêmio fizeram mais dois eventos na Paulina. Em um deles, reuniu os pais para um bate papo sobre as propostas do governo Temer. Noutro, convidaram toda a cidade – e professores que estavam “furando” a greve – para uma roda de conversa sobre o assunto.

Já no daí 31 de março, Dia de Mobilização Nacional, professores e alunos estiveram na Praça da Bandeira coletando assinaturas contra as reformas do Governo ilegítimo de Michel Temer (PMDB/PSDB).     

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