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terça-feira, 20 de julho de 2010

Poucas e Boas

Poucas e Boas

“Esse aumento abusivo provém de uma ganância arrecadadora nunca antes vista em nosso Município, arquitetada pelo SECRETÁRIO MUNICIPAL DE FAZENDA sem nenhuma identificação com nossa população humilde e trabalhadora.”
Vereador Leônidas Maciel, em carta dirigida à população, referindo-se ao IPTU (assinada por mais 4 vereadores)

“Pois, quem vale mais: a ganância arrecadadora ou o povo de Brumadinho, que foi agredido pela injusta cobrança do IPTU?
Do mesmo Vereador Leônidas

“Jornalismo é publicar o que alguém não quer que seja publicado; todo o resto é publicidade.” – George Orwell

“FIM DO IPTU RESIDENCIAL EM BRUMADINHO - VOTE NENEN DA ASA PREFEITO PARA ACABAR COM O IPTU RESIDENCIAL EM BRUMADINHO” - Candidato Nenen da ASA (PV), durante a campanha eleitoral de 2008 

Só rindo

Só Rindo
O Coala, a lagartixa e o Baseado...

Um coala estava sentado numa seringueira, curtindo um baseado. Uma lagartixa passava e, olhando para cima, disse:
'E aêêê Coala...tudo belê? O que tá fazendo?'
O coala disse: 'Queimando um . Sobe aê'. 
A lagartixa subiu na seringueira e sentou-se ao lado do coala, curtindo alguns baseados.
Após algum tempo, a lagartixa disse: Pô cara,minha boca tá seca,vou tomar água no rio....
A lagartixa meio desorientada, se inclinou muito e caiu no rio.
Um jacaré a viu cair e nadou até ela, ajudando-a a subir na margem.
Depois ele perguntou: Qual é a sua, lagartixa? O que aconteceu? Quer morrer?
A lagartixa explicou que ela estava curtindo um baseado com o coala numa seringueira, ficou zuadinha e caiu no rio enquanto tomava água.
O jacaré, querendo verificar esta estória, entrou na floresta e, encontrou o coala sentado num galho, chapadão.
O jacaré olhou para cima e disse:
'Ei! Você aí em cima!'
O coala olhou para baixo e disse:
'Puta-que-pariu, lagartixa, tu bebeu água pá carai véééi!

CONVERSA ENTRE DUAS MORTAS

- Morri congelada.
- Ai que horror !!! Deve ter sido horrível ! Como é morrer congelada?
- Bom, no começo é muito ruim: primeiro são os arrepios, depois as dores
nos dedos das mãos e dos pés, tudo congelando.
- Mas, depois veio um sono muito forte e eu perdi a consciência.
- E você, como morreu ?
- Eu ?
- Morri de ataque cardíaco.
- Eu estava desconfiada que meu marido estava me traindo. Então, um dia
cheguei em casa mais cedo, corri até ao quarto e ele estava na cama,
calmamente assistindo televisão.
- Ainda desconfiada, corri até o porão para ver se encontrava alguma
mulher escondida, mas não encontrei ninguém.
- Depois, corri até o segundo andar, mas também não vi ninguém.
- Então, subi até o sótão e, ao subir as escadas, esbaforida, tive um
ataque cardíaco e caí morta.
- Puxa, que pena...
- Se você tivesse procurado no freezer, nós duas estaríamos vivas!

Problemas de memória
Três velhinhas estão reunidas no chá da tarde:
- Puxa, acho que estou ficando esclerosada. Ontem, me peguei com a vassoura na mão e não me lembrava se já tinha varrido a casa ou não.
- Isso não é nada – diz a outra. Outro dia eu me vi de pé, ao lado da cama, de camisola, e não sabia se tinha acabado de acordar ou estava me preparando para dormir.
- Cruz credo – fez a terceira. Deus me livre ficar assim! Isola! – e deu três batidinhas na mesa: toc-toc-toc. Olhou para a cara das outras e emendou:
- Esperem um pouco que eu já volto! Tem gente batendo na porta!

V CONCURSO DE POESIAS DO JORNAL de fato - REGULAMENTO

V CONCURSO DE POESIAS DO JORNAL de fato
REGULAMENTO
1- DO OBJETIVO - O V CONCURSO DE POESIAS DO JORNAL de fato tem por objetivo contribuir no aquecimento, na divulgação e na ampliação das manifestações culturais de Brumadinho, dando oportunidade aos nossos leitores e artistas de mostrarem sua arte, e oferecendo aos cidadãos oportunidade de alimentar de emoção e beleza a alma e o espírito.
2- DO TEMA - O tema é livre, podendo versar sobre qualquer assunto.
3- DA PARTICIPAÇÃO - Poderão participar V CONCURSO DE POESIAS DO JORNAL de fato quaisquer pessoas, brumadinenses ou não, independentemente de religião, raça, partido político, cor, orientação sexual, time preferido ou profissão.
5- DA ESPECIFICAÇÃO DOS TRABALHOS - Cada poesia deverá ser entregue em 5 (cinco) cópias, ter no máximo 100 (cem) versos, digitada em tamanho 10, tipo Book Antiqua, espaço simples (ou 1), sem colocação de quadros – margem física -, impressa em papel A4. Se a(s) poesia(s) ocupar(em) mais de uma página, as páginas de cada poesia, separadamente, deverão estar grampeadas.  Acompanhando as cópias, deve ser entregue uma cópia eletrônica (cd), gravada do aplicativo Word – pacote microsoft. Em um único cd deverão estar todos os trabalhos. O não cumprimento deste ou de quaisquer outros itens deste Regulamento poderá desclassificar o concorrente.
6- DO INEDITISMO – As poesias deverão ser INÉDITAS, ou seja: não podem ser entregues trabalhos que já foram divulgados em algum meio, seja revista, jornal, livro próprio, coletânea, blog,site ou qualquer outro.  
7- DA QUANTIDADE DE TRABALHOS - Cada participante poderá inscrever até 3 (três) poesias.
8- DOS NOMES DOS TRABALHOS - Cada poesia inscrita deverá ter um nome (título). O nome da poesia deverá ser acompanhado de um pseudônimo (nome falso ou artístico) do autor. Caso o participante concorra com mais de uma poesia, o pseudônimo deverá ser o mesmo. Caso o participante já tenha concorrido em concursos anteriores do jornal de fato, deverá usar um pseudônimo novo, que ainda não usou.
9- DA INSCRIÇÃO - O participante será considerado inscrito no ato da entrega de seu trabalho. A entrega poderá ser feita à Rua Afrânio Castanheira Friche, 314, bairro de Lourdes, 35460-000 - Brumadinho - MG, no horário de 8:00 às 15:50 horas, de segunda ao sábado; de 9 às 12, nos domingos;  ou ser enviado pelos correios. No caso de envio pelos correios será considerada válida a data de postagem. Junto com a (s) poesia (s), o participante deverá enviar, em um envelope menor, lacrado, seu nome completo, endereço, telefone de contato, um breve currículo (quem é, o que faz na vida, se estudante ou trabalhador, hobbies, trabalho social se tiver etc), o nome de seu (s) trabalho (s) e seu pseudônimo. No envelope maior - que contiver os trabalhos e o envelope menor -, no espaço do "remetente", deve ser repetido o nome e o endereço "Jornal de fato - Rua Afrânio Castanheira Friche, 314, bairro de Lourdes, 35460-000 - Brumadinho - MG", a fim de se manter o sigilo do concorrente. Por fora do cd ou disquete, deverão constar apenas os nomes das poesias e pseudônimo do autor. O não cumprimento deste ou de quaisquer outros itens deste Regulamento poderá desclassificar o concorrente.
10- DO PRAZO DA INSCRIÇÃO - As inscrições poderão ser feitas desde já até o dia 22 (vinte e dois) de agosto de 2010.
11 - DA PREMIAÇÃO - A critério da Comissão Julgadora, serão escolhidos os 10(dez) melhores trabalhos. Esses 10 classificados receberão prêmios no valor de R$ 500,00 (quinhentos reais) e serão publicados em edição do jornal de fato, a circular em setembro, outubro e novembro de 2010. Todos os participantes receberão um "CERTIFICADO DE PARTICIPAÇÃO" do V CONCURSO DE POESIAS DO JORNAL de fato. OS MELHORES TRABALHOS, ou TODOS eles, poderão, ainda, participar de uma exposição a ser montada no Município, a critério da Coordenação do V CONCURSO DE POESIAS DO JORNAL de fato. Também a critério da Coordenação do Concurso, TODOS os poemas poderão ser publicados nas edições posteriores do jornal.
12- DA COMISSÃO JULGADORA - A Coordenação do V CONCURSO DE POESIAS DO JORNAL de fato formará uma Comissão Julgadora, com pessoas capacitadas, para fazer a escolha dos melhores trabalhos.
13- DO JULGAMENTO - Após o prazo final das inscrições, até, no máximo, o dia 30 de setembro, a Comissão Julgadora procederá o julgamento dos trabalhos.
14- DA DIVULGAÇÃO DO RESULTADO - O resultado do V CONCURSO DE POESIAS DO JORNAL de fato será feito, inicialmente, em Cerimônia de Premiação, cuja data será divulgada posteriormente pela Coordenação, e será, ainda, publicado na edição de outubro de 2010 do jornal de fato, sem prejuízo de que isso aconteça antes. 
15- DOS DIREITOS AUTORAIS - No ato da inscrição, o participante cede automaticamente ao jornal de fato os direitos de publicação dos trabalhos, por tempo indeterminado, sempre observando a citação do nome do autor (a), sem que este (a) venha a reclamar pela utilização de tais trabalhos, em qualquer tempo.
16- DA DEVOLUÇÃO DO MATERIAL - O material NÃO SERÁ DEVOLVIDO. Caso o participante o queira devolvido, deverá colocar dentro do envelope de inscrição um outro envelope selado com seu endereço para devolução do material, o que só será feito após a exposição de que trata o item "11" deste Regulamento, caso ela aconteça, ou em até 60 dias após 30 de setembro, caso a exposição não aconteça.
17- DA ACEITAÇÃO DOS TERMOS DESTE REGULAMENTO - O ato de inscrição neste V CONCURSO DE POESIAS DO JORNAL de fato implica na aceitação de todos os itens deste regulamento. Das decisões da Comissão Julgadora não cabe recurso.
18- Os casos omissos serão resolvidos pela COORDENAÇÃO do V CONCURSO DE POESIAS DO JORNAL de fato.

Espaço Poético

Espaço Poético

Mais cinco poemas do IV Concurso de Poesias do Jornal de fato são apresentados aos leitores nesta edição. O primeiro deles é da premiada poeta Nídia Maria de Jesus, intitulado de “O rio”. Luci Firmino, que disputou o concurso com o pseudônimo de “Poetolo”, nos presenteia com o belo poema “Noite”. Marquinhos vem com dois poemas, “O brilho da estrela” e “O caminho”, em que o jornal de fato serviu-lhe de inspiração. “Odoríficos” é o poema do Professor Alysson Lopes,um amante da língua portuguesa. Vamos a eles:
   
“O rio”

Você é como o rio que passou
Arrastando tudo, impiedoso!
E eu, sou aquele pouco que restou
À margem desse rio vitorioso.

Atenta a olhar as águas que se vão,
Sem rumo, sem destino; mas felizes...
E eu retida aqui nesse rincão,
Sem forças pra soltar minhas raízes.

Só elas ganham forças a cada dia,
Apesar dessa tristeza que me invade
Ao ver tanta água em rebolia,
Que só faz aumentar minha saudade.

E as águas me convidam a ir com elas,
Mas já não sou alguém que vai a luta...
Curvo-me como um arco em passarelas
E o rio a ignorar minha conduta.

Aos poucos vou secando com o vento
Que sopra aos meus ouvidos sem temor.
Entrego-me a ele em desalento,
Sem forças pra lutar por nosso amor.

Só sei que nesse chão não vou ficar!
O vento arrancar-me-á pelas raízes.
Sem forças vou deixá-lo me levar
E a paz vai se ajeitar em seus matizes...

Autora: Nídia Maria de Jesus


Noite

Pseudônimo: Poetolo

A noite é de poucos
São poucos que ficam
Na minha cidade
A noite acordada
São muitos os que cansados
Descansam o corpo cansado
A noite
São tantos que a noite
Imploram mudanças das coisas
São milhares que choram a noite
Que choram antes do sono
São crianças que choram 
Antes do sono
E lavam da noite
O Rubor do crepúsculo
Vergonha de Deus
 São bem mais do que imaginamos
Os que fazem da noite
A beleza que é
Mostrando no escuro
Todas as estrelas
Todas as galáxias
Toda a maravilha do Criador
E nessa noite
Eu sinto falta
Se não do meu,
De amor.


O brilho da estrela
Pseudônimo ( kita )

Todos nos quando
Olhamos para o céu
Em noites lindas estreladas
Com o dedo apontamos
Dizemos ou pensamos
Esta estrela brilha em minha vida
Quantas estrelas brilham em nossas vidas
São muitas para aqueles
Que em seu coração
O amor faz moradia
A sua estrela está te chamando
Para tua vida brilhar
A minha encontrei
E foi em uma noite de luar
Em que a vi a brilhar
E como citei
Um dedo apontei
E quando despertei
Tudo novo em minha vida se fez
Sorrisos sem saber o porque
Em minha vida transformou
Esta estrela brilha para mim
E sempre irá brilhar
E o brilho dela e lindo
Como a noite de luar.

Autor: Marcos

O caminho
Pseudônimo: kita

Queria tanto escrever
Um poema para
O de fato participar
Mas palavras não as encontrei
E agora o que devo fazer
Para o de fato participar
Mas com humildade usarei
Este espaço
Que só o de fato nos dá
E um recado
Para você irei escrever
Chega de loucuras
E pare de sofrer
Sei que não é fácil
Mas você
Irá me entender
Pense e reflita
No que irei te dizer
A porta do caminho da
Verdade e da vida
É estreita
Mas quando você entrar
Abundância na vida terá...

Autor: Marcos


Odoríficos
Nafnazirra

A cada golpe do facão
Caem os capins;
Rasgando-me o braço:
Em riscas feridas.

E cada linguarada
À procura de tua Vênus,
Em teus pentelhos:
É como o facão
Em meio à mata verde,
Opulenta, cortante e maior.

Pentelhos grotescos,
Capins selvagens e odoríficos:
A virgindade na mata
É a qualidade de selvagem.

Logo o cansaço inicia.
Surge um olho d’água
Em meio às cobras e pedras,
Em meio à mata virgem;
Em meio à sua mata:
Olho d’água fresca orgasmo ardente.

Autor: Alysson Lopes

Na página 7 trazemos mais cinco poemas do IV Concurso de Poesias do Jornal de fato. Aqui trazemos dois, “Pra que serve viver”, do garoto Emanuel Rezende Bhering, filho do Dr. Jurgen e da Angelita, estudante da 6ª série do CEMMA. E outro, “Tela Invisível”, do psicólogo Cássio Vilela Prado, um cara com cara de poeta, zen, desses que vale a pena sentar para prosear. Boa leitura:

Para que serve viver?

Pseudônimo: LIVRE PENSADOR

Às vezes me pergunto
Viver é importante para mim?
Eu não sei...
Afinal alguém sabe?
Em que eu errei?
Fazia tudo certo para mim!
Tudo certo mesmo.
Mas acabei num abismo sem fim!

Para que serve viver?
Penso que para aprender.
E entender o que é viver!
Viver é se divertir!
Viver é aprender!

O que é viver?
Para uns viver é simples!
Para outros é complicado
Eu já penso diferente,
Penso que viver é sonhar
É imaginar.
Para que serve viver?

Por que eu vivo?
Vivo para vencer.
Vencer o medo de viver por nada.
Vencer o medo de morrer.
Morrer na solidão!
Como se tudo existente,
Fosse apenas uma ilusão.
Ilusão de viver!
Ilusão de aprender!
Ilusão de crescer!
Crescer e viver!
Viver e sonhar
Sonhar e aprender!
Aprender a viver!

Viver é importante para mim?
Sim, agora tenho certeza!
Porque se não morrerei sem uma resposta.
Resposta da pergunta:
O que é viver?
Autor: Emanuel Rezende Bhering

Tela Invisível
Pseudnônimo: Campos Reis

Pessoa pinta uma tela.
Na tela, uma pessoa em pintura, sem tela.
A pessoa que pessoa pinta numa tela,
Não é uma pessoa. É Pessoa, sem sê-las.

Na tela da pessoa que pinta uma tela,
Tem Pessoa. Tem uma pessoa numa tela.
Pessoa e tela, a tela da pessoa.

Tem uma tela com uma pessoa em pintura.
Sempre a pessoa e a tela pintando.
Tela, o pintor sem tintas pinta.
Pinta, tela, Pessoa, pessoa,
Pessoa na tela, pinta uma pessoa.

A tela da pessoa pintou,
Pessoa pintada na tela.
A pintura termina. A pessoa pintada é Caeiro.
A pessoa Pessoa, sem cor, fica com a dor.
Sem tê-la, sem tela.

Autor: Cássio Vilela Prado

Social

Social
Nivers
O mês de julho está cheio de aniversariantes. No último dia 11 foi a vez do Dirceu (Câmara Municipal) comemorar. No dia 23, Wilson Maciel, o Itchie, completa mais um aninho de vida. Yolanda, do São Conrado, sopra velinhas dia 24 e a professora Ana Lúcia Gonçalves no dia 25. Luiz Ricardo (também da Câmara), dia26; seguido do Miltinho (Casa Bruma), dia 27. No dia 28 é a vez da Nina Paraguai,do Canto do Rio. E tem mais: Rosimar (Bairro Aurora) comemora no dia 29, junto com a ex-vereadora Maria Lúcia Guedes (Casa de Cultura e Casa Branca). Mércia Lara comemora no dia 31 de julho.
O mês de agosto começa com o niver do Lucimar, da CEF, no dia 6. 
A todos eles, nossos abraços e beijos. E desejo de vida longa, cheia de felicidade e coisas boas.

Casamento

Nossos amigos Francislene e Wilian se casaram no dia 12 junho, na Igreja Matriz. A eles nossos desejos de uma união duradoura, com muito carinho, muito amor, muita paciência, muita compreensão. E que tenham – se for desejo deles – filhos maravilhosos! Parabéns Wilian e Francislene!

Quinze anos

Nossos Parabéns especiais vão para a Flávia, filha do Heli Prado e da Rosinha Cacique, irmã do Flávio. No dia 10 de julho, Flávia comemorou seus 15 anos. A bela festa, country, aconteceu em um sítio em Córrego Fundo, região do Tejuco. Casa cheia, Flávia cheia de alegria, e muita animação marcaram os 15 anos da garota. Parabéns, Flávia! Que Deus te abençoe e te faça muito feliz, que você tenha vida longa, se faça uma boa pessoa, solidária, amável, amiga.   

Formatura

Parabéns para Danielle Paiva, que acaba de se formar em Direito. Sua família manda um recado, Danielle:
“Muitos lutam, mas só os fortes vencem!” Parabéns pela sua graduação em Direito.”
Ana Carolina Paiva – Mariana Paiva Diniz – Ana Maria Paiva